Ensino científico e representações sociais de morte humana

  • Francisco José Figueiredo Coelho Universidade Federal do Rio de Janeiro (NUTES/UFRJ), Brasil
  • Eliane Brígida Morais Falcão Universidade Federal do Rio de Janeiro (NUTES/UFRJ), Brasil

Resumen

O ser vivo nasce, cresce, se reproduz e morre. Esse é o ciclo de vida que aprendemos desde criança nas aulas de ciências. Nascer, se desenvolver e morrer são eventos naturais que fazem parte do ciclo de vida de qualquer organismo. Os seres humanos sabem que terão um fim. A história humana atesta um longo trajeto cultural de lidar com a finitude: esforços contraditórios de aceitação, rituais de reconhecimento e medo. Os aparatos tecnológicos da medicina aparecem na história como soluções para a continuidade da vida e a discussão sobre o uso destas tecnologias encontra-se em espaços da educação científica. Entretanto, normalmente, a morte humana não é abordada com qualquer enfoque especial, ou diferenciado dos outros seres vivos nas aulas de ciências, particularmente na Biologia.
Como educadores, preocupados com a formação dos jovens, investigamos como estudantes do ensino médio, que estudam disciplinas científicas, representam a morte humana. O presente trabalho relata uma pesquisa realizada entre estudantes do ensino médio de duas escolas, visando conhecer suas representações sociais de morte. A pesquisa foi qualitativa nos passos propostos pela Analise do Discurso do Sujeito Coletivo (Lefèvre, 2001, 2003).Os resultados revelaram visões, valores e sentimentos em relação ao tema. Tanto os estudantes mostraram uma variedade de pensamentos e sentimentos em relação à morte como expressaram o desejo da abordagem deste tema nas aulas de biologia do ensino médio.

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Publicado
2006-07-10
Cómo citar
Figueiredo Coelho, F. J., & Morais Falcão, E. B. (2006). Ensino científico e representações sociais de morte humana. Revista Iberoamericana De Educación, 39(3), 1-14. https://doi.org/10.35362/rie3932572
Sección
- Didáctica de las Ciencias y la Matemática