A crítica ontológica na formação humana e os processos de conhecimento: aproximações reflexivas

  • Patrícia Laura Torriglia Universidade Federal de Santa Catarina (EED-CED-UFSC). Brasil.
  • Margareth Feiten Cisne Universidade Federal de Santa Catarina (NDI/CED/UFSC). Brasil
Palabras clave: formação humana | ontologia critica | processo de conhecimento.

Resumen

Nas últimas décadas, o conhecimento e sua produção se tornaram expressivos nos discursos da ciência e, em especial, no campo educacional. É nesse panorama que surge o significado da “sociedade do conhecimento”, cuja premissa principal é a “centralidade do conhecimento”. Assim, torna-se instigante perguntar que tipo de conhecimento se está priorizando? Para quem este conhecimento está pensado? Interessa-nos neste artigo aprofundar alguns aspectos relevantes em relação à formação humana a partir da perspectiva da ontologia crítica – defendida por Lukács – que procura compreender de forma mais apurada o papel da ciência na produção do conhecimento. Nessa direção, apoiamos uma formação humana em que o ser social é um sujeito ativo e não meramente passivo diante dos acontecimentos sociais com os quais se articula e se relaciona.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Citas

DUAYER, Mario (2011). Marx e a Crítica do Trabalho no Capitalismo. In: Margem Esquerda Ensaios Marxistas n17. São Paulo. Boitempo Editorial.

FREDERICO, Celso (2000). O Cotidiano e arte em Lukács. In Estudos Avançados.

HELLER Agnes (1991). Sociología de la vida cotidiana. 3.ed. Barcelona-España: Península.

LUKÁCS, Georg (2013). Para uma Ontologia do Ser Social II. Tradução de: Nélio Schneider, Ivo Tonet, Ronaldo Vielmi Fortes. 1 Edição. São Paulo: Boitempo. A reprodução. (1981) In: Para uma ontologia do ser social. Tradução Sergio Lessa, de La reproduzione, segundo capítulo de Per una Ontologia dell ‘Essere Sociale, Roma: Riunit, (1981). Maceió: Universidade Federal de Alagoas. Mimeo, 1990.

LUKÁCS, Georg (1984). O trabalho. In: Para uma ontologia do ser social. Tradução de Ivo Tonet. (1984) Universidade Federal de Alagoas, a partir do texto Il Lavoro, primeiro capitulo do segundo tomo de Per una Ontologia dell ‘Essere Sociale. Roma: Riunit, (1981).

LUKÀCS, Georg (1966). Estética. A peculiaridade de lo estético. Barcelona – México. Ed. Grijalbo.

MORAES, Maria Célia Marcondes de (2003). Recuo da teoria. In: MORAES, Maria Célia M. de (Org) Iluminismo às avessas. Rio de Janeiro: DP&A.

TORRIGLIA, P. L (1999). Reflexões sobre o trabalho e a reprodução social: primeiras aproximações em relação ao complexo educativo. Dissertação (Mestrado em Educação) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

TORRIGLIA, Patricia Laura (2008). Currículo: algumas reflexões sobre as dimensões do conhecimento. In: CARVALHO, D.C; GRANDO, B; BITTAR, M. (Orgs). Currículo, diversidade e formação. Florianópolis: Editora da UFSC.
Publicado
2015-03-15
Cómo citar
Torriglia, P. L., & Feiten Cisne, M. (2015). A crítica ontológica na formação humana e os processos de conhecimento: aproximações reflexivas. Revista Iberoamericana De Educación, 67(2), 161-172. https://doi.org/10.35362/rie672259
Sección
- Filosofía de la educación