As religiões afro-brasileiras na escola

  • Guilherme Paiva de Carvalho Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Brasil
  • Eliane Anselmo da Silva Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Brasil
Palabras clave: cultura afrobrasileña, representación, educación, religión

Resumen

El artículo aborda las representaciones de maestros/as de la educación básica sobre las religiones afrobrasileñas. Con este propósito, el estudio utiliza un método cualitativo basado en la técnica de entrevista semiestructurada y en el análisis de contenido. La concepción de representación, formulada por teorías que componen los estudios culturales, es una referencia para el análisis de la visión de los/las maestros/as acerca de las religiones afrobrasileñas. En el sistema educativo brasileño, las culturas africanas y afrobrasileñas se convirtieron en contenidos obligatorios en la educación básica con la Ley 10.639/2003, incorporada por la Ley 11.645/2008. Por otro lado, con el racismo simbólico constituido en la historia de la sociedad brasileña, se construyen formas estereotipadas de representación y estigmas sobre las religiones afrobrasileñas. Los resultados de la investigación muestran que formas estereotipadas de representación pueden ser observadas en la perspectiva de profesionales de la educación básica que no tuvieron contacto con conocimientos sobre las religiones africanas.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Biografía del autor

Guilherme Paiva de Carvalho, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Brasil

Pós-Doutor em Sociologia pela Universidade de Brasília (UnB), Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e Humanas da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e do Programa de Pós-Graduação em Ensino (UERN/UFERSA/IFRN).

Eliane Anselmo da Silva, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Brasil

Doutora em Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Professora Adjunta do Departamento de Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e Coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UERN.

Citas

Candau, V. (2008). Multiculturalismo e educação: desafios para a prática pedagógica. In: Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. Antonio Flávio Moreira, Vera Maria Candau (orgs.). 2. Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, p.13-37.

Durkheim, E. (2006). Sociología y Filosofía. Granada: Editorial Comares.

Durkheim, E. (1996). As formas elementares da vida religiosa. Tradução de Paulo Neves. São Paulo: Martins Fontes.

Azevedo, J. M. L. (2000). “O Estado, a política educacional e a regulação do setor da educação no Brasil: uma abordagem histórica”. In: Ferreira, N.S. C. e Aguiar, M. A. da S. Gestão da educação. São Paulo: Cortez, pp.17-42.

Bardin, L. (2011). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70.

Bernardo, T. (2003). Negras, mulheres e mães: lembranças de Olga de Alaketu. São Paulo: EDUC; Rio de Janeiro: Pallas.

Brasil (1996). CONGRESSO NACIONAL. Lei Nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional. In: Diário Oficial da União de 23 de dezembro de 1996.

Brasil (2001). Plano Nacional de Educação – PNE / Ministério da Educação. Brasília: INEP.

Brasil (2008). Lei Nº 11.645 de 10 de março de 2008. Inclui no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. In: Diário Oficial da União de 10 de março de 2008.

Brasil (2006). Ministério da Educação/ Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Orientações e Ações para Educação das Relações Étnico-Raciais. Brasília: SECAD, 2006.

Carvalho, G. P. (2014). Tecnologias Digitais e Educação a Distância. Mossoró, RN: Edições UERN.

Carvalho, G. P.; Silva, E. A. (2015). Justiça Social e Multiculturalismo: As Políticas de Reconhecimento de Identidades Étnico-culturais no Brasil. In: Direitos Fundamentais & Justiça, Pontífica Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Ano 9, nº31.

Fanon, F. (2008). Pele negra, máscaras brancas. Tradução de Renato da Silveira. Salvador: EDUFBA.

Hall, S. (2000). Quem precisa da identidade? In: Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Tomaz Tadeu da Silva (org.), Stuart Hall, Kathryn Woodward. Petrópolis, RJ: Vozes.

Hall, S. (2010). Sin garantias: Trayectorias y problemáticas en estudios culturales. Colombia: Envión Editores.

Landes, R. (1967). A cidade das mulheres. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.

Munanga, K. (2012). Negritude: usos e sentidos. 3ª ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora.

Pantoja, S. (2000). Nzinga Mbandi: mulher, guerra e escravidão. Brasília: Editora Thesaurus.

Prandi, R. (2000). De africano a afro-brasileiro: etnia, identidade, religião. In: Revista USP, São Paulo, n. 46, p. 52-65, junho/agosto.

Prandi, R. (2000a). Mitologia dos orixás. São Paulo: Companhia das Letras.

Scharcs, L.; Starling, H. M. (2015). Brasil: uma biografia. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras.

Silva, A. C. (2005). A desconstrução da discriminação no livro didático. In: Munanga, K. (org.). Superando o Racismo na escola. 2. ed. rev. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade.

Silva, E. A. (2011). Cultos Domésticos, Terreiros e Federação: Legitimidade e práticas religiosas no campo afro-brasileiro de cidades do Rio Grande do Norte. Tese de Doutorado, Universidade Federal de Pernambuco.

Woodward, K. (2000). Identidade e diferença: uma introdução teórica e conceitual. Tomaz Tadeu da Silva (org.), Stuart Hall, Kathryn Woodward. In: Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.
Publicado
2018-05-30
Cómo citar
Paiva de Carvalho, G., & Anselmo da Silva, E. (2018). As religiões afro-brasileiras na escola. Revista Iberoamericana De Educación, 76(2), 51-72. Recuperado a partir de https://rieoei.org/RIE/article/view/3012
Sección
- Educación intercultural-multicultural