BRICS e a educação superior. Questões e convergências possíveis?
DOI:
https://doi.org/10.35362/rie7612989Palavras-chave:
BRICS, educação superior, cooperação regional, posição emergenteResumo
O autor examina a convergência de políticas no ensino superior nas potências mundiais emergentes, particularmente nos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Considerando as relações de forças, posições de poder marcam e influenciam o espaço geopolítico. Dessa forma, a posse de capital relevante nos cenários econômico e político caracteriza o espaço em que a cooperação em tecnologia, educação e formação tem sido colocada na agenda política dos países do BRICS, especialmente desde a crise econômica desencadeada em 2008. Nesse cenário, a autora discute temas e tópicos referentes a possíveis convergências que devem ser construídas no ensino superior, com o objetivo de dar continuidade e fortalecer projetos de cooperação, ao centrar em áreas prioritárias para a consolidação da posição emergente dos países do BRICS. Assume-se que as estratégias regionais indicam a construção de uma agenda de cooperação com ênfase no par pesquisa/tecnologia, internacionalização e FEP (Formação e Educação Profissional). A agenda aqui proposta é desenhada com base em análise bourdieusiana de campo de forças e de capital.
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