Autoavaliação no ensino superior no México e na Colômbia: rumo a uma avaliação crítica, formativa e transformadora
DOI:
https://doi.org/10.35362/rie10017044Palavras-chave:
autoavaliação, ensino superior, avaliação formativa, transformação educacionalResumo
A autoavaliação desempenha um papel central nos processos formativos do ensino superior contemporâneo, não apenas como ferramenta de controle ou diagnóstico, mas como prática pedagógica que fomenta a autonomia e o pensamento crítico. Este artigo analisa a autoavaliação de uma amostra de 208 participantes; 37 (17,8%) professores e 171 (82,2%) alunos da Universidade Autônoma de Nuevo León, do Instituto Superior Tecnológico de Huauchinango, da Universidade Autônoma de Guerrero, da Universidade Ciudadana de Nuevo León e do Instituto Tecnológico do Oriente. Propõe-se uma ampla reflexão sobre os tipos, características, instrumentos e usos que a autoavaliação pode ter na sala de aula universitária, bem como os desafios enfrentados por professores e instituições para implementá-la com um significado autenticamente formativo. Longe de ser uma prática administrativa ou protocolar, a autoavaliação é apresentada como um ato ético e político que convida os alunos a se reconhecerem, refletirem e se projetarem por meio de sua experiência de aprendizagem. A proposta é integrar a autoavaliação como parte essencial do currículo, não apenas para melhorar o desempenho acadêmico, mas também para humanizar a educação, fortalecer o diálogo pedagógico e desenvolver indivíduos críticos, reflexivos e autônomos. O artigo conclui com propostas para consolidar uma cultura de avaliação mais justa, participativa e transformadora nas universidades latino-americanas.
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